Um passado de muitos aprendizados.
Um presente de muitos desafios.
Por um futuro de transformação.

década de

1970

1983 - Conjunto Hab. Novo Horizonte, Camaçari (BA)

De 1976 a 1985

Fundação e crescimento regional

Fundada em dezembro de 1976, na Bahia, a trajetória da OAS começa na construção civil e, desde o início, tem como pilares a qualidade e o comprometimento nos serviços prestados. O período é marcado por diversas obras de infraestrutura para clientes públicos e privados. Logo a empresa passa a atuar com empreendimentos imobiliários (habitacional e comercial) e destaca-se na agroindústria, com atividades na Bahia e em outros estados do Nordeste do Brasil.

década de

1970

1983 - Conjunto Hab. Novo Horizonte, Camaçari (BA)

década de

1980

1988 - ClubMed Village Rio das Pedras, Mangaratiba (RJ)

De 1986 a 1993

Crescimento nacional e diversificação

Fase em que a empresa amplia sua abrangência para praticamente todas as regiões do País. A OAS também diversifica suas atividades, passando a atuar nas áreas petroquímica, ambiental (coleta de lixo), de montagem e de energia, e com distribuição de gás industrial.

década de

1980

1988 - ClubMed Village Rio das Pedras, Mangaratiba (RJ)

década de

1990

Linha Amarela S/A – Lamsa/Rio de Janeiro

De 1994 a 1998

Concentração

A empresa decide dedicar esforços àqueles que sempre foram seus principais negócios: construção civil pesada, ambiental e montagem industrial. Um marco dessa fase é a construção da Linha Amarela, no Rio de Janeiro, a primeira parceria público-privada (PPP) do Brasil, um projeto inédito e inovador.

década de

1990

Linha Amarela S/A – Lamsa/Rio de Janeiro

década de

2000

Concessionária Litoral Norte (CLN)

De 1999 a 2003

Consolidação e crescimento qualificado

Nessa etapa, além do foco no setor de construção pesada, a empresa dedica-se às concessões. Em 2000, é criada a Invepar, que incorpora concessionárias nacionais como:
• Concessionária Litoral Norte (CLN) — Brasil;
• Concessionária Rio-Teresópolis (CRT) — Brasil;
• Linha Amarela S.A. (LAMSA) — Brasil.
A OAS busca mais participação nos investimentos estatais, sobretudo nas áreas de petróleo, gás e energia, e em programas estruturados do Governo Federal, além de projetos para grandes empresas privadas.

década de

2000

Concessionária Litoral Norte (CLN)

Interceptor Mapocho, no Chile

De 2006 a 2008

Atuação internacional

Os primeiros passos para a internacionalização da OAS foram dados com as aberturas, praticamente simultâneas, de escritórios em Santiago (Chile), La Paz (Bolívia) e Montevidéu (Uruguai). A área internacional apresenta forte expansão e adapta-se a dinâmicas e legislações distintas da brasileira. Rodovias interligando cidades da Bolívia, obras de saneamento no Chile, rede de distribuição de gás em Montevidéu e diversos projetos de infraestrutura são exemplos de realizações na América do Sul.

Interceptor Mapocho, no Chile

2009 - Rod. Les Cayes - Jérémie (Haiti)

De 2009 a 2011

Além da América do Sul e atenção à Sustentabilidade

A empresa expande suas atividades de maneira significativa na América do Sul e também na América Central, no Caribe e na África. A expansão dá-se especialmente em projetos de grande porte na área de infraestrutura. Entre outras realizações, a fase é marcada pela implantação de uma rodovia em Trinidad e Tobago e de outra no Haiti, bem como pela construção da Vía Parque Rímac, via expressa urbana em Lima, no Peru. No continente africano, marcou presença em Angola, Gana, Guiné, Guiné Equatorial e Moçambique, com oportunidades de obras de desenvolvimento local.
Em 2011, a empresa torna-se integrante do Fórum Clima, organizado pelo Instituto Ethos, como forma de manter-se em contato com as medidas que o Brasil e o mundo vêm tomando no combate aos efeitos das emissões de GEE (Gases de Efeito Estufa).

2009 - Rod. Les Cayes - Jérémie (Haiti)

década de

2010

2013 - Itaipava Arena Fonte Nova, Salvador (BA)

De 2012 a 2014

Investimentos e projetos inovadores

A companhia firma-se por sua competência técnica, capacidade de criar projetos inovadores e por atender às expectativas de seus clientes, assumindo negócios com impacto econômico e social cada vez maior.
Em 2012, destaca-se a atuação da OAS Investimentos e o lançamento do primeiro ativo do segmento de abastecimento de água e esgotamento sanitário, com o início das operações da SAMAR (Soluções Ambientais de Araçatuba).
Nesse período, também ganha destaque a construção e gestão das arenas multiúso (Dunas, Grêmio e Itaipava Fonte Nova), assim como a gestão e ampliação do GRU Airport, Aeroporto Internacional de São Paulo, o maior da América Latina, além de sistemas viários, portos, refinarias e gasodutos. No exterior, destacam-se hidrelétricas, rodovias e obras de saneamento e infraestrutura urbana.

década de

2010

2013 - Itaipava Arena Fonte Nova, Salvador (BA)

GRU Airport, Aeroporto Internacional de São Paulo

De 2015 a 2017

Recuperação Judicial e reestruturação empresarial

Em março de 2015, o Grupo OAS apresenta pedido de Recuperação Judicial de nove de suas empresas à Justiça do Estado de São Paulo. A iniciativa foi o melhor caminho para renegociar suas dívidas com credores e fornecedores, diante da restrição de crédito verificada desde o final de 2014.
A empresa levou à mesa desse processo contribuições muito distintas das observadas em outras Recuperações Judiciais. Uma companhia com recursos para manter suas atividades, ativos valorosos e uma equipe de gestores profissionais oferece a clientes, credores e fornecedores um ambiente muito mais seguro para as negociações. Foram colocadas à venda a participação da OAS S.A. na Invepar, a fatia no Estaleiro Enseada, a OAS Empreendimentos, a OAS Soluções Ambientais, a OAS Óleo e Gás e a OAS Defesa.

GRU Airport, Aeroporto Internacional de São Paulo

Avenida 29 de Março, em Salvador/BA

De 2018 a 2020

Um nova gestão e saída da Recuperação Judicial

No início de 2018, a gestão da empresa é completamente reformulada, com executivos apostando em uma governança profissionalizada, com revisão dos processos de gestão, fortalecimento da área de Compliance e auditoria interna. O objetivo é torná-la a empresa mais enxuta e mais competitiva, focada em produtividade e custos. Um novo formato para poder seguir com os negócios de engenharia de forma ética, transparente e íntegra, voltando a participar do crescimento e fortalecimento da infraestrutura no País e auxiliando na manutenção de milhares de empregos.
Assim, em novembro de 2019, a empresa assina o Acordo de Leniência com a Controladoria-Geral da União (CGU) e a Advocacia-Geral da União (AGU). Um marco significativo no processo de colaboração da empresa com as autoridades do País. A oficialização do acordo permite à companhia contratações privadas e públicas em âmbito federal, o que viabiliza seu retorno com forte atuação no setor da construção civil de forma absolutamente íntegra.
E, em março de 2020, a empresa tem decretada a saída do seu plano de Recuperação Judicial após ter honrado com todas as etapas exigidas no processo. Mais um importante passo realizado para seguir adiante.

Avenida 29 de Março, em Salvador/BA

Estação de Metrô Linha 4 em São Paulo/SP

2021

Nova marca Metha.
Um futuro de transformação.

Momento de iniciar nova etapa, com nova visão de futuro, acreditando que o Brasil precisa investir largamente em infraestrutura contando com o trabalho e a expertise de parceiros competentes.
Nesse contexto, se faz necessário demarcar essa mudança de maneira definitiva com novo nome e nova marca. A Metha assina o compromisso da holding com as melhores práticas sociais, ambientais e de governança. E traz consigo as condições necessárias para implementar um crescimento sustentável e a visão de ser um agente de transformação para a democratização da infraestrutura do País.

Estação de Metrô Linha 4 em São Paulo/SP